Parou Porquê? Porque não se pode viver só de promessas.
Mais uma vez, estamos aqui a escrever da retórica brasiliana do poder central, de como a vida real que nós mortais vivenciamos, se distancia do mundo palaciano da cidade planejada nos planaltos do centro. O pior é que cada dia que se passa, esta distância se expande, se alarga, fica parecendo miragem (a fala palaciana), enquanto o outro fica igual a folclore (só quem conhece profundamente pode acreditar), e assim segue o Brasil, ou melhor; diversos brasis. Não é fácil ser empresário em condições tão adversas de pressão e temperatura, pois somos cobrados pelo desempenho sonhado, mas administramos a realidade de progresso pífio e insuficiente para fazer nossa economia andar a passos consistentes e fortes. A carga tributária que beira a insensatez nos espreme contra a formação de preços, de custos cada vez mais elevados, por uma inflação que insiste em fugir da meta, da propaganda, do controle. Só há o controle na propaganda governamental, e isso já cansou; ninguém acredita mais, sus...