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Mostrando postagens de setembro, 2017

Terceirizando a responsabilidade

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Qual seria a graça de viver em um país que não sofre com terremotos severos, maremotos ou tsunamis, não enfrenta grave risco de incêndios devastadores no verão, ou mesmo não sofre as durezas de um rigoroso inverno que a tudo e a todos paralisa? Seria a tranquilidade, harmonia, previsibilidade e constância nas condições climáticas e geológicas. Ou seja, ótimas condições para se viver em um lugar onde as oportunidades seriam uma constância, assim como o bom clima. O melhor de tudo isso é que quase temos este lugar, eu disse quase, uma palavrinha chata e instável, que condiciona tudo que ela antevê à instância do sobrenatural e do indefinido.  Nossa jovem cultura empresarial tem um desafio hercúleo pela frente; digo jovem porque o empresariado brasileiro sofreu transformações importantes na última metade do século XX e no início deste século. E este desafio se chama mão de obra qualificada. Afinal não podemos esquecer que temos toda uma geração que se prepara para entrar em ação,...